O que é coparticipação no plano de saúde e como ela funciona?
Coparticipação é um valor extra que você paga toda vez que usa determinados serviços do plano, como consultas, exames ou terapias — além da mensalidade fixa. Funciona como uma forma de dividir o custo do uso do plano entre você e a operadora.

A grande vantagem é que planos com coparticipação costumam ter mensalidades bem mais baixas do que planos sem coparticipação. Por isso, eles são ótimos para quem usa o plano com moderação (poucas consultas e exames por ano).

Já quem tem uma rotina de exames frequentes, tratamentos contínuos ou filhos pequenos que vão ao médico com mais frequência, pode se sair melhor com um plano sem coparticipação, mesmo pagando uma mensalidade um pouco mais alta.

O ideal é simular os dois cenários com um especialista antes de decidir — é exatamente esse tipo de análise que fazemos por aqui, sem custo, para te ajudar a economizar no final do mês.
O que é carência e quanto tempo preciso esperar para usar o plano?
Carência é o período que você precisa esperar, depois de contratar o plano, para poder usar determinados serviços. Os prazos máximos são definidos pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e valem para todas as operadoras:

• Urgência e emergência: 24 horas
• Consultas, exames simples e internações: até 180 dias
• Partos (exceto prematuros ou complicações): 300 dias
• Doenças e lesões preexistentes: até 24 meses (em regime de cobertura parcial temporária)

A boa notícia é que, se você já tem ou já teve um plano de saúde, pode ser possível reduzir ou até eliminar boa parte dessas carências através da portabilidade — falamos mais sobre isso adiante nesta página. Se você nunca teve plano antes, os prazos acima se aplicam normalmente.
Qual a diferença entre plano individual/familiar e plano empresarial?
O plano individual ou familiar é contratado diretamente por você, usando seu CPF, e pode incluir seus dependentes (cônjuge, filhos). Costuma ter reajustes anuais definidos pela ANS e um processo de contratação mais simples.

Já o plano empresarial (também chamado de PME — Plano Para Micro e Pequenas Empresas) é contratado através de um CNPJ, geralmente com um número mínimo de vidas (a partir de 2, dependendo da operadora). Na prática, costuma sair mais em conta do que um plano individual equivalente, porque o risco é dividido entre um grupo.

Hoje em dia, muitos autônomos e MEIs (Microempreendedores Individuais) conseguem contratar planos empresariais mesmo sendo apenas uma pessoa, aproveitando preços de grupo. Vale muito a pena consultar essa opção antes de fechar um plano individual.
Como funciona a portabilidade de carências entre planos de saúde?
A portabilidade permite trocar de plano de saúde (inclusive de operadora) sem cumprir novos períodos de carência, desde que algumas condições sejam atendidas:

• Estar em dia com as mensalidades do plano atual
• Ter cumprido o prazo mínimo no plano de origem (em geral, 2 anos na primeira portabilidade ou 1 ano nas seguintes; 3 anos se você tiver cumprido cobertura parcial temporária para doença preexistente)
• Escolher um plano de destino compatível em faixa de preço com o seu plano atual, segundo a tabela da ANS

A portabilidade é uma ótima ferramenta quando você encontra um plano com melhor custo-benefício, mais hospitais na rede credenciada ou simplesmente quer sair de uma operadora com quem não está satisfeito — sem perder o tempo de carência que você já cumpriu. Podemos te ajudar a verificar se você já tem direito a portabilidade agora mesmo.
Perdi o emprego e tinha plano de saúde empresarial. Tenho direito a continuar no plano?
Sim! Pela Lei nº 9.656/98, quem foi demitido sem justa causa (ou se aposentou) e contribuía para o plano de saúde empresarial tem direito de continuar no plano nas mesmas condições de cobertura, desde que passe a pagar o valor integral (sem a parte que era custeada pela empresa).

No caso de demissão sem justa causa, esse direito vale por um período mínimo de 6 meses e máximo de 24 meses, proporcional ao tempo de contribuição. Já para quem se aposentou e contribuiu por 10 anos ou mais, o direito pode ser vitalício.

Se esse é o seu caso, esse também costuma ser o momento ideal para avaliar um plano individual, familiar ou até um novo plano empresarial (caso você tenha aberto ou pretenda abrir um MEI), muitas vezes com um custo-benefício ainda melhor. Fale com a gente para simular as opções.
Como funciona o plano de saúde empresarial (PME) para pequenas empresas e MEI?
Os planos PME (Pequenas e Médias Empresas) são pensados para negócios com poucos funcionários — e a grande maioria das operadoras aceita a partir de 2 vidas, incluindo o titular. Isso significa que MEIs, autônomos com CNPJ e pequenos empreendedores também podem contratar, muitas vezes sozinhos ou com um sócio/familiar.

As vantagens em relação a um plano individual costumam incluir: mensalidades mais baixas, processo de contratação mais ágil (sem necessidade de declaração de saúde detalhada em alguns casos) e reajuste calculado por sinistralidade do grupo, não individualmente.

Os documentos básicos exigidos são o CNPJ ativo, contrato social ou certificado de MEI, e os documentos pessoais dos beneficiários. Se você tem um negócio, mesmo pequeno, vale a pena comparar essa opção antes de contratar um plano no CPF.
Posso incluir meus dependentes no plano de saúde?
Sim. A maioria dos planos permite incluir cônjuge ou companheiro(a), filhos e enteados como dependentes. Alguns também aceitam pais e outros parentes, dependendo das regras da operadora escolhida.

Para filhos, a cobertura costuma valer até os 18 anos automaticamente, podendo ser estendida até os 21 ou até os 24 anos caso estejam cursando faculdade, dependendo do contrato. Recém-nascidos, filhos naturais do titular ou do cônjuge, geralmente têm direito a entrar no plano sem cumprir carência, se incluídos em até 30 dias do nascimento.

Os documentos básicos para inclusão de dependentes são RG, CPF e comprovante do vínculo (certidão de nascimento ou casamento, por exemplo). Podemos te ajudar a montar o plano ideal considerando toda a sua família.
O plano cobre urgência e emergência desde o primeiro dia de contrato?
Sim, por determinação da ANS, a carência para atendimentos de urgência e emergência é de no máximo 24 horas após o início da vigência do contrato — isso vale para qualquer plano de saúde regulamentado no Brasil.

O detalhe importante é que esse atendimento imediato cobre a estabilização do quadro de urgência ou emergência. Caso o caso evolua para uma necessidade de internação ou procedimento que ainda esteja dentro do prazo de carência normal (180 dias, por exemplo), pode haver a necessidade de transferência para a rede pública (SUS) ou, em muitos contratos mais completos, a cobertura já é garantida nas primeiras 12 horas de urgência mesmo durante a carência.

Por isso, é importante ler com atenção as condições do contrato — e é exatamente esse tipo de detalhe que ajudamos a esclarecer antes de você assinar qualquer plano.
Qual a diferença entre plano ambulatorial, hospitalar e hospitalar com obstetrícia?
Ambulatorial: cobre consultas, exames e tratamentos ambulatoriais (sem internação), incluindo pronto-socorro. É o mais básico e, geralmente, o mais barato.

Hospitalar: cobre internações clínicas e cirúrgicas, UTI, exames durante a internação e cirurgias — mas não inclui consultas de rotina fora do hospital.

Hospitalar com obstetrícia: tudo do plano hospitalar, mais acompanhamento pré-natal, parto e assistência ao recém-nascido nos primeiros 30 dias de vida.

O mais comum e recomendado para quem quer tranquilidade completa é o plano ambulatorial + hospitalar (com ou sem obstetrícia, dependendo se você planeja ter filhos), que junta consultas do dia a dia com a segurança de uma internação, caso seja necessária.
Como funciona o reembolso de consultas e exames fora da rede credenciada?
Muitos planos de saúde, especialmente os mais completos, oferecem a opção de reembolso: você paga uma consulta ou exame particular (com um médico ou clínica fora da rede credenciada) e depois solicita o reembolso à operadora, que devolve um valor com base em uma tabela própria de referência.

O valor reembolsado nem sempre cobre 100% do que foi pago — por isso é importante consultar a tabela de reembolso do plano antes de escolher esse caminho, principalmente para especialistas ou procedimentos mais caros.

Esse recurso é muito útil quando você quer manter um médico de confiança que não faz parte da rede credenciada do seu plano, sem abrir mão da cobertura para o restante dos atendimentos.
O que é rede credenciada e por que devo verificar antes de contratar?
Rede credenciada é o conjunto de hospitais, clínicas, laboratórios e médicos autorizados a atender pelos planos de uma determinada operadora, sem custo adicional (fora a coparticipação, quando houver).

Antes de contratar qualquer plano, vale muito a pena verificar se os hospitais e laboratórios de referência da sua região — e os que você mais confia — fazem parte da rede. Planos mais baratos, muitas vezes, têm uma rede mais enxuta ou concentrada em determinadas regiões.

Aqui na Planos de Saúde PE, ajudamos você a comparar a rede credenciada de cada operadora antes da contratação, para garantir que o plano escolhido realmente atende perto de onde você mora ou trabalha.

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